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	<title>Trad Friends</title>
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	<description>Amigos da Montanha</description>
	<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 23:25:09 +0000</pubDate>
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		<title>Nova via no morro do Cuscuzeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 23:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradfriends</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[As aventuras de Trad e seus friends]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bruno Alberto Severian
      Muitos já ouviram falar deste singelo e mágico morro na pacata cidade de Analândia, interior de SP. Com mais de quarenta vias, e potencial para muitas mais, o morro do Cuscuzeiro é diversão garantida pra quem escala.
      Há algum tempo eu e meu parça Gengiva escalávamos a via “Insaciável” quando vimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Por Bruno Alberto Severian</strong></p>
<p>      Muitos já ouviram falar deste singelo e mágico morro na pacata cidade de Analândia, interior de SP. Com mais de quarenta vias, e potencial para muitas mais, o morro do Cuscuzeiro é diversão garantida pra quem escala.<br />
      Há algum tempo eu e meu parça Gengiva escalávamos a via “Insaciável” quando vimos uma linha bem interessante à esquerda e que poderia ser escalada em top rope dessa mesma base. Armamos o top e descobrimos uma linha muito divertida, com boas agarras, um tanto afastadas, com movimentação interessante. <span id="more-181"></span>Um 6º grau bem gostoso. A saída poderia aproveitar um bolt e um furo que os conquistadores da Insaciável deixaram para uma variante, que precisava de pino colado (a saída atual dessa via, é um lance bem legal de diedro, mais à esquerda) e que protegiam um lance bem atlético e bonito, aparentemente forte, mas fazível para todas as estaturas, algo em torno de um 7b boulderístico.<br />
      Logo vimos que a linha merecia ser equipada para guiar, visto que o lance crucial, no final da via, ficaria muito mais bonito e praticável do que com corda de cima, que atrapalhava a resolução do crux.<br />
A conquista demorou um bocado, pois não conseguimos definir exatamente onde colocar a chapeleta do lance final, mais forte, que daria o grau da via. Não conseguimos resolver para a direita, nem para a esquerda, onde até pensamos ser possível emendar a linha na base da “Cactus Now”, um 7c Analandense ao lado. Chegamos a marcar os furos, que seriam feitos “na mão” como todas as vias que conquistamos.<br />
      Vieram algumas chuvas, algumas viagens, estive fora algum tempo, depois o Gengiva também, e quando estávamos de volta, retomamos o projeto, que há muito tempo não saía de nossa imaginação. E desta vez contávamos com uma furadeira&#8230; Escalamos a Insaciável, armamos uma corda fixa e escalamos novamente a linha com ascensor peitoral, para remarcar os locais exatos de cara furo. Como não conseguimos pagar o lance final nem pra direita, nem pra esquerda, colocamos a última chapa bem no meio dos dois possíveis lances (com uma malha rápida para abandono) e aguardamos pela tentativa de outros escaladores. Quem já entrou sugere algo em torno de um 8b/c fazível, o que me alegrou bastante, já que não temos um 8c nem no Cusco, nem no morro do Camelo, nem em Itaqueri da Serra.<br />
      Já o nome da via ficou por conta do aproveitamento da base, de uma chapa, um bolt e de um furo da “Insaciável” e também por elas se cruzarem logo no começo, depois da saída de cada uma. Assim, batizamos a “Insociável”, sendo um excelente trocadilho entre a via já existente, ter sido um projeto meio “solitário” de nós dois, e pelo ego de alguns escaladores da região. Mas foi assim, com paciência e ponderação, que a via acabou nos conquistando, e o que fizemos foi torná-la realidade.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Clique na foto para visualizar o croqui:</strong><br />
<a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/11/croqui-insociavel.jpg" target="out"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-183" title="Croqui-Insociavel" src="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/11/croqui-insociavel.jpg?w=72&#038;h=96" alt="Croqui-Insociavel" width="72" height="96" /></a></p>
<p>Agradecemos à loja <a href="http://www.territorioonline.com.br" target="_blank">Território</a> pelo apoio na conquista, ao C.U.M.E. pela furadeira, ao Rodrigo, ao Flavinho K2, Marquinhos e Michel pelas infos e incentivo, ao André “Baiano” Perassoli pelo apoio e ao Andrey Romaniuk pela força e corre dado junto à <a href="http://www.territorioonline.com.br" target="_blank">Território Online</a>.</p>
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tradfriends.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tradfriends.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tradfriends.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tradfriends.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tradfriends.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tradfriends.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tradfriends.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tradfriends.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tradfriends.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tradfriends.wordpress.com/181/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tradfriends.com&blog=768097&post=181&subd=tradfriends&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Croqui-Insociavel</media:title>
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		<title>Novo pico a ser fechado&#8230; antes de abrir!</title>
		<link>http://tradfriends.com/2008/07/11/novo-pico-a-ser-fechado-antes-de-abrir/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradfriends</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bruno A. Severian
      Segue o relato do ocorrido - gostaríamos que todos refletissem sobre a situação, e se puderem ajudar ou aconselhar de alguma forma, sejamos construtivos para resolver o problema. Agradecemos em especial a loja TERRITÓRIO pelo apoio a estas conquistas.
      No último feriado, aconteceu algo deveras desgostoso para com um local com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Por Bruno A. Severian</strong></p>
<p>      Segue o relato do ocorrido - gostaríamos que todos refletissem sobre a situação, e se puderem ajudar ou aconselhar de alguma forma, sejamos construtivos para resolver o problema. Agradecemos em especial a loja <a href="http://www.territorioonline.com.br" target="_blank">TERRITÓRIO</a> pelo apoio a estas conquistas.</p>
<p>      No último feriado, aconteceu algo deveras desgostoso para com um local com muito potencial em escaladas, senão o futuro campo escola/quintal dos escaladores da região de São Carlos/SP. <span id="more-178"></span>Fomos eu e Gengiva ao tal local, nos instalarmos por 3 dias e 2 noites terminando algumas conquistas e arrumando o lugar para “abrir as portas” à comunidade escaladora. Desde as primeiras incursões ao local, vínhamos procurando os proprietários daquelas terras para uma conversa franca para expor quem éramos e o que pretendíamos em sua propriedade.</p>
<p>      Como eles nunca se encontram presentes, sempre tratávamos com o pessoal muito gente boa que mora no local, (que poderiam ser os primeiros a não gostar de nossa presença) e eles nos diziam que podíamos sim ir fazer o que fazíamos ali, sem problemas. O ideal era falar com o proprietário, mas isso não nos impediu de adiantar o trampo todo. Então começamos as primeiras trilhas, e conquistas, e extermínio de abelhas, e etc, etc.</p>
<p>      Na semana passada, o pessoal de lá nos avisou que alguns proprietários, (eles são mais de um só) passariam o feriado ali, e então poderíamos ter a nossa tão aguardada conversa. No primeiro dia, não conseguimos falar com eles, pois estavam dormindo. Mas conseguimos um “agendamento” no dia seguinte, no fim de tarde. A tal reunião com o proprietário não aconteceu “formalmente”: Quando íamos ao compromisso marcado, cruzamos com um deles, que não fora interado da novela toda, e veio logo com um sermão sobre termos acampado lá e se “divertido” no quintal de sua propriedade, e que éramos folgados e que mais pessoas viriam e mais vieram, etc. Pediu para que nos retirássemos de imediato. Decidimos desmontar acampamento e tentar nos retratar, mas a pessoa foi irredutível.</p>
<p>      Todos os outros proprietários estavam cientes de nossa presença ocasional ali, e (mais ou menos) do que estávamos fazendo, pois seus funcionários os comunicavam, para que se nos encontrássemos sem aviso prévio, saberiam quem éramos e que raios estávamos fazendo na propriedade. Eis que o azar de pegar a única pessoa “desavisada” e P da vida (com razão), nos deu uma boa idéia de nosso pior pesadelo: perder todo o trabalho em que nos empenhamos tanto. Ter o acesso de escaladores simplesmente proibido, para sempre.</p>
<p>      Aliado a isso, tive a notícia, semana passada, que “mulekes” inventaram de dar um pulinho pra “blogar” os supostos “First Ascents” das vias que conquistamos; tudo é claro, pelo bem da escalada e não do aborrescente ego. O fizeram a despeito do Genja ter deixado claro que o pico ainda não estava aberto pra galera, e os porquês disso.<br />
      Se você que está lendo, não consegue elencar os porquês de se “segurar” um novo pico pro público geral, podemos ajudar:</p>
<p><strong>Os Porquês de esperar para abrir um “point” de escalada pra galera:</strong></p>
<p>- Trilhas. Na maioria das vezes, o ambiente é natural, com fauna e flora. A lei é a do mínimo impacto, e a maneira de se conseguir isso em um ambiente que terá muito fluxo humano é marcando TRILHAS.</p>
<p>- Abelhas. Lembra do papo de ambiente natural? Essa faz parte da fauna. Precisávamos retirar algumas abelhas européias, que são invasoras ao nosso sistema, competindo com as jataís, arapuás&#8230; e que podem matar algum desavisado, ou nós mesmos, que sabemos delas. Pra ajudar, elas têm o hábito terrível de morar em buracos nas paredes de rocha, bem longe do chão, tornando quase impossível a remoção.<br />
Ainda na parte da fauna, é bom fazer um levantamento da presença de outros animais perigosos (cobras, vespas, marimbondos, etc) que podem ser uma desagradável surpresa para quem circule por lá, além das ABELHAS.</p>
<p>- Da própria conquista. Muitas vezes as vias têm que ser “faxinadas” de tanta sujeira nelas. Isso inclui retirar agarras soltas, que poderiam cair na cabeça, ou sair no peito de desavisados; literalmente varrer agarras lotadas de areia, que pode fazer com que um desavisado escorregue e caia; retirar/remanejar árvores e arbustos embaixo de vias, para que os desavisados não caiam nelas e ninguém se machuque: nem vegetal, nem animal.<br />
Há também a questão da colocação de proteções fixas em alguns tipos de rocha, que necessitam ser coladas, devendo-se esperar a secagem e cura da cola para que a via possa ser guiada, o que caracteriza e torna mais demorada e cuidadosa a logística DA PRÓPRIA CONQUISTA.</p>
<p>- Placas. No local, os desavisados devem ser orientados em relação ao “pode e não pode” através de PLACAS.</p>
<p>- Proprietário. Talvez o mais importante. Vivemos no mundo da propriedade privada, e praticamente não há um naco de chão desse mundo que não tenha dono. Ele é deus em seu domínio. E ponto final. Por isso podemos fazer centenas de furos martelando nossos batedores, mas quem realmente bate o martelo é o PROPRIETÁRIO.</p>
<p>- Respeito. Talvez a conjunção de todos acima, já que quem fica com formiga na bunda pra postar “First Ascents” no 8a.nu é geralmente um sporter, que geralmente não tem iniciativa de conquistar porra nenhuma e ainda assim acha que tirar fotos pendurado é contribuir para a escalada; esse escalador não sabe esperar, e o pior: não entende porque deve esperar; ao invés disso, acusa os conquistadores de terem ciúme das vias conquistadas e vai, sem aviso prévio, fazer o “First Ascent” das vias para depois dar as “ótimas notícias”&#8230; e o pior é ter que ouvir os arrotos sobre ética que eles soltam&#8230; Bem meus amigos&#8230; Arroto a ótima notícia: EMBARGO – parabéns! Vocês acham que fizeram o First Ascent de vias que nós egoístas conquistamos (só) para (só) vocês (só) escalarem (escolha um “só”). Era essa a intenção? Ser o único a mandar uma via? Tomara que tenha sido tudo onsight, pois talvez nunca voltem lá, por falta de RESPEITO.</p>
<p>      Desnecessário dizer, que esse “desencontro” com um dos proprietários nos deixou perplexos, como um pesadelo se realizando – tivemos que correr de volta pra rocha, tirar todas as cordas fixas, levantar acampamento e sair, com algum restolho de dignidade e esperança de que o caso possa, mais tarde, ser resolvido satisfatoriamente. Não têm sido fácil, deixar de escalar para alcançar esse sonho; só quem sabe do trampo que é, do suor e sangue depositados pra que uma linha seja conquistada, em cada quebra-cabeça que elegantemente se abre para que o desvendamos com muito esforço e vontade.</p>
<p>      Deixamos o ego de lado, quando uma resposta torta ao proprietário poderia significar o “fechamento” do lugar para a comunidade; fomos obrigados a engolir o orgulho pro caldo não engrossar, e o gosto foi amargo. Tudo isso pra quê? Pra que o ego de alguns sejam maiores que a montanha?</p>
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		<title>Basta apenas seu clique&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 01:46:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andrey Romaniuk
Clique aqui para conhecer o histórico Caminho do Itupava
Clique aqui para chegar ao Morro do Canal
Clique aqui para subir o majestoso Pico Paraná
Clique aqui para conquistar o longínquo Agudo da Cotia
Clique aqui para fazer a dura travessia Ciririca-Graciosa
Clique aqui para desvendar a proibida travessia Alpha-Omega
&#8230;
Clique aqui para se tornar Montanhista
A Serra do Mar está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Por Andrey Romaniuk</strong></p>
<p><a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/07/trad-click.jpg" target="_blank">Clique aqui</a> para conhecer o histórico Caminho do Itupava<br />
<a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/07/trad-click.jpg" target="_blank">Clique aqui</a> para chegar ao Morro do Canal<br />
<a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/07/trad-click.jpg" target="_blank">Clique aqui</a> para subir o majestoso Pico Paraná<br />
<span id="more-176"></span><a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/07/trad-click.jpg" target="_blank">Clique aqui</a> para conquistar o longínquo Agudo da Cotia<br />
<a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/07/trad-click.jpg" target="_blank">Clique aqui</a> para fazer a dura travessia Ciririca-Graciosa<br />
<a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/07/trad-click.jpg" target="_blank">Clique aqui</a> para desvendar a proibida travessia Alpha-Omega<br />
&#8230;<br />
<a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/07/trad-click.jpg" target="_blank">Clique aqui</a> para se tornar Montanhista</p>
<p>A Serra do Mar está de braços abertos para lhe acolher<br />
Ou de pernas abertas para ser estuprada<br />
Basta apenas seu clique</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/tradfriends.wordpress.com/176/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/tradfriends.wordpress.com/176/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tradfriends.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tradfriends.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tradfriends.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tradfriends.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tradfriends.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tradfriends.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tradfriends.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tradfriends.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tradfriends.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tradfriends.wordpress.com/176/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tradfriends.com&blog=768097&post=176&subd=tradfriends&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Abertura da Temporada 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:43:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sugerimos]]></category>

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		<description><![CDATA[      No dia 17 de Maio (Sábado), será realizada a festa de abertura da temporada de Montanhismo e Escalada 2008, no Refúgio de Montanha 5.13. 
      A programação para este ano contará com as bandas &#8220;Reles Pública&#8221; e &#8220;Os Vermes Passeiam&#8221;, também com feira de equipamentos usados, feira de grandes lojas e ponta de estoque dos fabricantes. Para as crianças o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/05/festa-cinco-treze.jpg" target="_blank"><img class="alignright" style="float:right;" src="http://tradfriends.files.wordpress.com/2008/05/festa-cinco-treze.jpg?w=175&#038;h=254" alt="Convite da Festa" width="175" height="254" /></a>      No dia 17 de Maio (Sábado), será realizada a festa de abertura da temporada de Montanhismo e Escalada 2008, no <a href="http://www.cincotreze.com.br/" target="_blank">Refúgio de Montanha 5.13</a>. </p>
<p>      A programação para este ano contará com as bandas &#8220;Reles Pública&#8221; e &#8220;Os Vermes Passeiam&#8221;, também com feira de equipamentos usados, feira de grandes lojas e ponta de estoque dos fabricantes. Para as crianças o refúgio reservou algumas brincadeiras, como cama elástica e tirolesa. Também estará aberto o muro de escalada, disponível durante o dia e a noite com iluminação, além da slackline. A fotógrafa Dani Pinto estará expondo algumas de suas fotos juntamente com uma palestra, com distribuição de brindes aos participantes.</p>
<p>      A entrada durante o dia no refúgio será franca, porém à noite será cobrado um ingresso de R$10,00 para participar da festa que contará com show das bandas.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/tradfriends.wordpress.com/172/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/tradfriends.wordpress.com/172/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tradfriends.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tradfriends.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tradfriends.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tradfriends.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tradfriends.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tradfriends.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tradfriends.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tradfriends.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tradfriends.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tradfriends.wordpress.com/172/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tradfriends.com&blog=768097&post=172&subd=tradfriends&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Negligência ou Aventura?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 1970 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradfriends</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Márcio A. F. Grochocki
      Lendo o texto “O padre e o direito ao risco e a aventura” de autoria de nosso amigo Hilton Benke, disponível no site AltaMontanha.com, percebi uma abordagem altamente romântica referente ao ocorrido, que acabou mascarando o ponto principal, a seqüência de negligências cometidas pelo Adelir de Carli, o padre voador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Por Márcio A. F. Grochocki</strong></p>
<p>      Lendo o texto <a href="http://www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=132&amp;CatID=10" target="_blank">“O padre e o direito ao risco e a aventura”</a> de autoria de nosso amigo Hilton Benke, disponível no site <a href="http://www.altamontanha.com" target="_blank">AltaMontanha.com</a>, percebi uma abordagem altamente romântica referente ao ocorrido, que acabou mascarando o ponto principal, a seqüência de negligências cometidas pelo Adelir de Carli, o padre voador, como é atualmente chamado pela mídia. Inclusive essa é uma alcunha muito mal utilizada, visto que já pertencia ao Padre Bartolomeu de Gusmão, balonista pioneiro, que muito supera seu rascunho contemporâneo. A visão apresentada pelo texto inclusive <span id="more-171"></span>fez-me lembrar do contexto que envolvia as expedições Scott ao pólo sul, que enalteciam o improviso e o esforço sobre-humano (o espírito heróico britânico), desprezando a técnica e o planejamento.</p>
<p>      Hoje os “aventureiros de risco” contam com uma vasta rede de resgate e comunicação, que, queiram ou não, calçam sua suposta coragem. A aventura encontra-se banalizada, ela deve estar ao alcance de todos, independente do comprometimento do indivíduo com a atividade. O homem subjugando o meio e o conhecimento, negando-se a plena dedicação e constante evolução, isto é, comprometimento. A atual dinâmica da sociedade facilita a aquisição de informação e a formação humana em suas atividades. Entretanto essas transformações acontecem de maneira superficial, visto que elas tendem a ocorrer na mesma velocidade imposta pela sociedade. A dedicação, o correto planejamento, a busca pelo conhecimento são atualmente encaradas como perda de tempo, obstáculos à efetiva realização do objetivo final.</p>
<p>      O projeto de quebra de recorde em vôo com balões de festa, embora possuindo o nobre objetivo de promover a Pastoral Rodoviária, apresentou uma seqüência de graves falhas, até mesmo em fatores básicos, denotando a precariedade no planejamento do feito. É interessante observar que a mesma incúria permeia o meio montanhístico com a mesma intensidade e com um agravante, existem mais pessoas dispostas a freqüentar uma montanha do que a voar com um balão de festa por aí.</p>
<p>      Segundo relatos, o padre Adelir de Carli fez um curso de vôo livre, no entanto não possuía habilitação pelo simples fato de que não comparecer às aulas de instrução. Decolar numa cidade litorânea e não estar munido de equipamentos que permitissem a sobrevivência em caso de queda na água demonstra o total descaso com imprevistos. A frase proferida pelo padre antes de sua decolagem afirmando que após alguns minutos passaria pelas nuvens, onde não existiriam mais problemas, revela os parcos conhecimento referentes a meteorologia, fator que fundamenta a atividade do vôo livre. A entrada da frente fria causou, além da chuva, ventos perigosíssimos para um balão de estrutura frágil como o “pilotado” pelo padre. Ainda existem os fatos relativos aos conhecimentos parciais na operação dos equipamentos de orientação e comunicação que o mesmo portava.</p>
<p>      O padre esperava seguir seu vôo rumo ao oeste do Paraná, descendo na cidade de Ponta Grossa ou Prudentópolis. Resta saber quais fatores levaram ao planejamento de tal trajeto, visto que o seu aparato voador não apresentava nenhuma dirigibilidade. Os balões esportivos de ar quente apresentam alguma forma de controle fundamentada na ascensão e descida de acordo com a temperatura do ar, além do profundo conhecimento de seus pilotos na dinâmica dos ventos. Após a soltura, o padre partiu para um vôo sem direção determinada, alcançando rapidamente altitudes superiores a 5000 metros. Os amigos freqüentadores de alta montanha devem saber muito bem o que representa ao corpo humano uma ascensão desse tipo.</p>
<p>      A capacidade técnica do padre Adelir de Carli resumiu-se a lastro de seu aparato voador num vôo proibido, como aqueles dos grandes e modernos balões juninos, criminalizados por invadir o espaço aéreo representando perigo à aviação. Acredito que, mesmo proibidos e perigosos, esses balões juninos envolvem muito mais técnica, dedicação e conhecimento que os empregados pelo padre em sua frustrada tentativa de quebra de recorde.</p>
<p>      Operações de busca envolvem muito trabalho e riscos, sem falar na questão financeira. Não é justo que a população onere com gastos cada vez mais freqüentes e riscos desnecessários gerados por aventureiros negligentes. Esse tipo de “aventura” é extremamente prejudicial àqueles que realmente se dedicam a seus projetos. As restrições e proibições geralmente decorrem desse tipo de ocorrido. A generalização do perfil do aventureiro nivelado pelos piores exemplos.</p>
<p>      Todos têm direito a se aventurar e a correr riscos. O acidente é um fator inerente a qualquer atividade, no entanto conhecer profundamente as possibilidades de sua ocorrência é não dar sorte ao azar. O que se espera do aventureiro é que o mesmo dedique-se a seu projeto de maneira efetiva, conhecendo plenamente os fatores que o envolvem, minimizando seus riscos, agregando sabedoria para saber com eles lidar.</p>
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