Quando iniciei na prática de escalada e montanhismo era um hábito comum aos adeptos, freqüentadores, e excursionistas carregarem consigo sacos de lixo vazios, com a pretensão única de manterem seus lugares favoritos limpos. Caminhava-se sempre prestando atenção ao mínimo vestígio e se coletava, com a maior presteza Leia o resto deste post »
Foram necessários 15 dias de caminhada até chegarmos aos pés da parede. Eufóricos, começamos a olhar as dimensões quilométricas que se elevavam acima de nossas cabeças. Ninguém ousou emitir uma só palavra. E foi assim o tempo todo que permanecemos naquele lugar…
Conversando com alguns escaladores aqui na Itália, pude observar que as falésias com agarras cavadas apesar de existirem, não são muito populares. Quando se fala numa falésia, praticamente o que diferencia entre ela ser um lugar mais ou menos, ou um lugar massa de escalada, é se há agarras cavadas. Na região que estou atualmente, não há Leia o resto deste post »
Estava ele em um campo limpo, não existiam árvores, a única coisa que se via era o capim, que formava um tapete verde se estendendo em todas as direções que a visão alcançava. No horizonte, a imensidão verde era Leia o resto deste post »
Não é novidade para ninguém. Para ter acesso a muitas montanhas ou parques é necessário pagar um valor “simbólico”, seja pela manutenção do local, pelo estacionamento do carro, ou pela passagem na propriedade particular que dá acesso a tal montanha. No caso da famigerada Fazenda Pico Paraná, percebi Leia o resto deste post »
Segue o relato do ocorrido – gostaríamos que todos refletissem sobre a situação, e se puderem ajudar ou aconselhar de alguma forma, sejamos construtivos para resolver o problema. Agradecemos em especial a loja TERRITÓRIO pelo apoio a estas conquistas.
No último feriado, aconteceu algo deveras desgostoso para com um local com muito potencial em escaladas, senão o futuro campo escola/quintal dos escaladores da região de São Carlos/SP. Leia o resto deste post »
Lendo o texto “O padre e o direito ao risco e a aventura” de autoria de nosso amigo Hilton Benke, disponível no site AltaMontanha.com, percebi uma abordagem altamente romântica referente ao ocorrido, que acabou mascarando o ponto principal, a seqüência de negligências cometidas pelo Adelir de Carli, o padre voador, como é atualmente chamado pela mídia. Inclusive essa é uma alcunha muito mal utilizada, visto que já pertencia ao Padre Bartolomeu de Gusmão, balonista pioneiro, que muito supera seu rascunho contemporâneo. A visão apresentada pelo texto inclusive Leia o resto deste post »