Pois foi encontrado no morro Anhangava…

Por Alessandro Haiduke
Vivendo e não aprendendo
Eis o homem, esse sou eu
Que se diz seguro
Que se diz maduro
(Trecho de uma música que não parava de ressoar em nossos ouvidos)
Vivemos em uma época repleta de comodidades, em nosso planeta quase todos os lugares já foram explorados, as principais linhas das grandes paredes já foram ascendidas. Diante disso, a palavra aventura perdeu Leia o resto deste post »
Por Andrey Romaniuk
Dias atrás estava fuçando meus arquivos digitais, e acabei por encontrar um livro raro e muito interessante, sobre uma travessia feita na Serra do Mar, em 1941. Acredito que este relato riquíssimo e praticamente desconhecido deveria ser divulgado e disponibilizado para leitura, pois é parte importante da história Paranaense. Assim sendo, publico aqui o arquivo em PDF para download. Boa leitura!
Escrito por Raul Ervino Weiser, um dos protagonistas da travessia.
DOWNLOAD: Travessia pela Serra do Mar
Por Antonio Paulo Faria
Eu estava recentemente trabalhando num projeto científico referente às montanhas do Sudoeste da África, e me lembrei de um episódio importante que foi a descoberta e a ascensão da montanha mais alta daquela região, em 1917. E vejam só, essa história tem relações com a descoberta do Pico Paraná. Leia o resto deste post »
Por Andrey Romaniuk
Existe algo que frequentemente reparo nas bases das paredes: a maneira de como o nó de encordamento é confeccionado pelos escaladores. Dentre os vários nós para encordamento, o mais conhecido e utilizado é o oito guiado ou oito duplo. Existem várias maneiras diferentes de confeccioná-lo, cada Leia o resto deste post »
Por Claudio André Jara Maia – “Xina”
Quando iniciei na prática de escalada e montanhismo era um hábito comum aos adeptos, freqüentadores, e excursionistas carregarem consigo sacos de lixo vazios, com a pretensão única de manterem seus lugares favoritos limpos. Caminhava-se sempre prestando atenção ao mínimo vestígio e se coletava, com a maior presteza Leia o resto deste post »
Por Alessandro Haiduke
Foram necessários 15 dias de caminhada até chegarmos aos pés da parede. Eufóricos, começamos a olhar as dimensões quilométricas que se elevavam acima de nossas cabeças. Ninguém ousou emitir uma só palavra. E foi assim o tempo todo que permanecemos naquele lugar…
Por Rodrigo “Genja” Chinaglia
Conversando com alguns escaladores aqui na Itália, pude observar que as falésias com agarras cavadas apesar de existirem, não são muito populares. Quando se fala numa falésia, praticamente o que diferencia entre ela ser um lugar mais ou menos, ou um lugar massa de escalada, é se há agarras cavadas. Na região que estou atualmente, não há Leia o resto deste post »